Um homem atravessava a rua, jovem, bonito, porém cabisbaixo. Parecia tenso, ombros curvados; vestia um terno preto que estava molhado, olhos inchados, vermelhos, parecia ter chorado, e olheiras que entregavam a noite de sono mal dormida. Havia um pequeno detalhe em suas mãos, na esquerda carregava um buquê de rosas vermelhas, mas que já estavam murchas, na direita, a qual mantia um olhar fixo, carregava duas alianças douradas.
Ele estava triste, desiludido, ao mesmo tempo com raiva, mas sem entender o que havia acontecido naquela noite; se perguntava o que havia acontecido. O sol raiava no horizonte, o céu estava de um tom alaranjado maravilhoso, a correria do dia das pessoas começava, pessoas indo para o trabalho, para a escola, mas ele parecia tão sozinho em meio a tanta gente.
As alianças e o buquê não teriam sido em em vão uma noite antes. Ele fora viajar a trabalho, um mês inteiro fora de casa, longe da namorada. A saudade era o único sentimento que ocupava seu coração. Na noite em que voltara pra casa, para perto de sua amada, já tinha o discurso, já tinha as alianças, as flores bastava correr para uam floricultura durante o caminho.
Chegando lá, a porta arronbada, policiais ao redor da casa, o som da sirene da ambulância aumentava rapidamente conforme ele se aproximava da casa. "Meu amor", pensou e saiu em direção a porta da frente.
Sangue, era dela, ele sentia isso. Seguiu o pequeno rastro e lá estava ela, seu corpo estirado no chão, morta. Ele não conseguia acreditar, nem que quisesse. Saiu de lá, e ficou vagando pela cidade a noite inteira; quando chegou em casa se olha no espelho, lava o rosto, fica observando uma foto do primeiro encontro, sem soltar as alianças, e ainda tenta sentir o perfume dela em uma roupa esquecida em seu apartamento. Abraça forte a foto contra o peito, segue para a janela, ele se joga, e na mesma rua em que antes ele atravessava com ela todos os dias, ele morre com a foto a seu lado, e as alianças.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
quadriilha.
João amava Teresa,
que amava Raimundo
que amava Maria,
que amava Joaquim,
que amava Lili,
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos,
Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre,
Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se,
e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
que amava Raimundo
que amava Maria,
que amava Joaquim,
que amava Lili,
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos,
Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre,
Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se,
e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
perdão.
me perdoeem pela minha triste ausência, mas eu to atolada de coisas pra fazer, e isso não é legal. :/
hoje que tive tempo de pegar e ajeitar o look do blog, agora to mpreparando meus posts, vai ser legaaaal, voces vão poder ver o quão estranha uma pessoa pode ser. HAUHAUHSAUSAU ♥
hoje que tive tempo de pegar e ajeitar o look do blog, agora to mpreparando meus posts, vai ser legaaaal, voces vão poder ver o quão estranha uma pessoa pode ser. HAUHAUHSAUSAU ♥
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